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Salário-maternidade negado? Veja como garantir seu direito

Milhares de mulheres já conquistaram esse direito. Descubra se você também pode garantir o benefício.

Se você recebeu uma negativa do INSS por não ter o número mínimo de contribuições exigidas , não desanime. Muitas mulheres enfrentam a mesma situação, mas conseguem reverter a decisão na Justiça com base em uma importante decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que garante seu direito.

O STF é considerada inconstitucional a regra que concede carência mínima de 10 contribuições para conceder o salário-maternidade a determinadas categorias de segurados. A boa notícia é que, desde então, a Justiça tem reconhecido o direito de mulheres que foram indevidamente cortadas de benefício .

Afinal, o que significava isso?

A Lei nº 9.876/99 , em seu artigo 25, inciso III, determinava que seguradas especiais (como agricultores e pescadores artesanais), facultativas e contribuintes individuais só teriam direito ao salário-maternidade se fossem realizadas ao menos 10 contribuições ao INSS .

Por outro lado, o mesmo requisito não se aplicava às empregadas, que não necessariamente comprovaria carência alguma. Essa diferença gerava uma grave desigualdade , violando o princípio da isonomia , que garante tratamento igual entre pessoas em situações semelhantes.

Diante disso, o STF invalidou a regra , confirmando que todas as seguradas devem ter os mesmos critérios de acesso ao benefício.

O que mudou com a decisão do STF?

A partir dessa decisão, basta comprovar dois requisitos essenciais para garantir o salário-maternidade:

  • O nascimento da criança (que é o fator gerador do benefício);

  • A qualidade de segurada na data do parto.

Ou seja, mesmo que você tenha realizado apenas uma contribuição ao INSS, já pode ter direito ao benefício , desde que esteja vinculado ao sistema previdenciário no momento do nascimento.

Recebeu uma negativa? Veja o que fazer agora

Se o INSS indeferir seu pedido com base na falta de carência, você pode — e deve — buscar orientação jurídica para garantir o benefício. Veja os próximos passos:

  1. Separe a documentação que comprove sua contribuição à Previdência Social ;

  2. Comprove o nascimento da criança , com a respectiva certidão;

  3. Procure um advogado especializado em Direito Previdenciário que possa analisar seu caso e propor uma ação judicial.

Dessa forma, você poderá solicitar judicialmente o benefício e garantir seus direitos com base na decisão do STF.

Para que procurar apoio jurídico?

O INSS nem sempre atualiza seus critérios com a rapidez que as decisões judiciais encerradas. Por isso, muitas seguradas ainda têm seus pedidos negados , mesmo estando plenamente aptos a receber o salário-maternidade.

Nesse contexto, contar com um escritório de advocacia experiente , que compreenda a legislação atualizada e saiba como conduzir o processo judicial com eficiência, é essencial.

Você não precisa aceitar a negativa do INSS sem lutar. A decisão do STF abriu caminho para corrigir uma injustiça que afetou milhares de mulheres no Brasil.

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